sábado, 28 de maio de 2011

Mesmo que eu seja uma boba,
com comentários engraçados,
sorrisos largados,
risadas aleatórias e um jeito aluado;
você é o mais bobo.
Perdido em seus pensamentos,
rindo e me chamando de bobinha mas,
oras, por que você ficou tanto tempo falando comigo?
Vá atrás da sua namorada,
viva seu relacionamento intensamente por que;
você é mais velho e vivido certo?
Entende melhor o mundo e as coisas que nele acontecem...
Agora, não venha me destruir e me chamar de inocente... Eu não sou menos que você.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Isso é mais divertido do que parece...
Quando você me diz besteiras,
lamúrias ou sarcasmos, me doa partes suas.
Quando ri ou diz algo descontente você caminha em minha direção.
Naquele momento eu sei que sou como inocente ninfa que trilha entre seus rochedos,
vaguei até te encontrar mas, assim que você abrir os olhos e a luz do sol pode iluminar estarei ali. Parada, fixa, a sua espera, com um doce sorriso nos lábios e segurando sua mão.
Quando menos esperar, serei quem guiará teus passos e minha voz será seu único som.
Será divertido te ver crescer e caminhar firmemente com as próprias pernas e , quem sabe, ve-lo partir sem medo em outra direção.
Mas, saiba, vou curtir cada segundo por que crescerei também. Não serei mas sua ninfeta, mas uma mulher que passou pela sua vida.

domingo, 22 de maio de 2011

Eu queria escutar o som da sua voz,
Reconhecer cada murmúrio surdo que sai dos teus lábios.
Queria saber qual é teu pensamento nebuloso enquanto a solidão lhe abate.
Queria saber teus gostos, teus desgostos.
Queria descobrir sobre o toque da tua mão em minha pele,
saber como seria a reação.
Queria saber como reagiria quando sussurrasse meu nome enquanto chorava por causa de um filme romantico.
Queria saber o que falaria quando você me chamasse com a voz cheia de ciúmes por algo tolo.
Queria saber o quão confortável seria estar contigo, deitada entre lençóis enquanto, suavemente, acaricio seus cabelos...

Estes pequenos delírios são tão doces que machucam e a verdade é tão desconfortável que me faz não querer pensar...

Você está tão vivo em mim e eu vivo nesta canção.

sábado, 14 de maio de 2011

Depois de risos e histórias sem fim,
Lhe encontrei perdido entre as memórias de minha fada.
Perdido e encontrado entre desesperos e alegrias.
O seu eu incompleto e preguiçoso que me fazia querer morrer.
Morrer e nascer infindadas vezes.
Nascer e ficar a teu lado, conhecer a memória que eu tentei esbravejar mas que, de alguma maneira, apenas consigo sorrir .
Desejo de maneira mais que consciente, que o amor lhe encontre.
Não seria mentira se dissesse que ficaria feliz se o amor me encontrar ao mesmo tempo.
Desejo que essas memórias sejam distorções divertidas da pessoa brilhante por trás de tanta dor e egoísmo.
Desejo que você seja exatamente o que eu esperava, ou completamente diferente.
Espero que cresça e que seja o melhor homem que um dia poderia sonhar em conhecer.
O tempo é questão de perspectiva e da minha, ainda falta muito tempo para que tudo acabe então, não desista. Você será o melhor, o meu melhor.
Agora, eu queria te embalar em meus braços,
fazer cessar suas lágrimas,
acalmar a fúria de teu coração,
fazer com que teu fogo crescente virasse pó.
Queria que não estivesse tão triste e que minha presença não lhe fosse incomoda.
Queria que meu lábios e meu peito fossem seu melhor abrigo.
Queria mas, querer e ser são opostos em essência e , em essência, somos opostos.
Espero que o seu ser, seja protegido e confortado enquanto o meu querer reza para as estrelas pelo teu bem.

domingo, 8 de maio de 2011

Eu preciso de uma história,
De uma motivação para sorrir,
Preciso de uma nova razão pra sonhar,
Quero uma nova razão pra sentir.

Não importa se tudo for uma mentira,
Ou uma brincadeira infantil
Eu quero uma nova motivação para existir.

Não me importa se todos os risos são mentiras,
Se a felicidade não existir,
Eu só preciso de um motivo pra respirar.


Sei que depois todos os risos serão lágrimas;
Todas as minhas felicidades não passarão de memórias insensatas mas,
Eu quero sentir toda alegria, mesmo se ela não existir.
De tantas pessoas que a cercam, ela sente que o vazio não acaba. Poucas coisas a completam, as poucas pessoas que parecem estar ali, a seu lado, não estão tão próximas assim. Ela não sabe se ela não permite ou se é inevitável. Ela ama as poucas que lhe acompanham, ou é ela quem as acompanha?... E a menina tenta esquecer o vazio enquanto caminha...

terça-feira, 3 de maio de 2011

A alvorada vem macia, tenra, quente me mostrando um novo começo para uma nova história, com novas personagens, novos senários e com chances dete renovação ao velho protagonista que gemia, há tão pouco tempo, de frio, fome, cansaço, melancolia e que agora, ao deparar-se com o infinito de novas possibilidades e amanhãs que o aguardam, mesmo com medo e vontade de fugir, joga-se nos braços do seu gigante maior, como se es fosse o seu maior presente, sua dádiva divina que, por um acaso, está a sua frente, de braços abertos, pronto para beijar-lhe as faces e carrega-lo nos braços.