sábado, 4 de dezembro de 2010

Confesso-lhe que o pouco que lhe falei foi mentira.
A mentira mais deslavada e desleal.
Ah, mas seus olhos!
Olhos doces, instigantes e pecaminosos; despiam meu íntimo como uma mão atrevida desvenda ao corpo do amante.
E essas mentiras tornam-se inocentes, pois eram para tê-lo por perto.

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